Santiago dia 2: Cerro Santa Lucía, Concha y Toro e Templo Baha’aí

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Templo Bah’ai na América do Sul, ao pé da Cordilheira dos Andes

Saímos cedo pra enfrentar mais uma manhã gelada na cidade de Santiago. Nosso roteiro começaria pelo Cerro de Santa Lucía, bem próximo ao hostel onde estávamos hospedadas.

Este local foi de grande importância história do Chile.  Isso porque, sendo um morro, proporciona a visão de toda a cidade abaixo, permitindo que fosse vigiada contra visitantes indesejados no passado colonial. Um forte chegou a ser construído no local, que lá permanece até hoje. Além dele, o túmulo de Benjamin Vicunha Mackena, importante político e benfeitor do Chile, e toda a sua família.  Pra nós, visitantes, ele oferece uma linda vista panorâmica da cidade.

De lá, pegamos o metrô em direção à Concha y Toro. É necessário seguir até a estação Las Mercedes, linha azul e, de lá, pegar o ônibus 73 ou 80, que te deixarão na porta da vinícola. A visita deve ser agendada com antecedência no site e você deve ser pontual. Custou 22.000 pesos chilenos por pessoa, incluindo degustação e harmonização com queijos, que te deixa de brinde a taça e a tábua onde os queijos são servidos. Vale muito a pena, pois o local é lindo e os vinhos e queijos são ótimos.

De lá, partimos para a última parada do dia.

A Fé Bahá’í é uma religião monoteísta fundada por Bahá’u’lláh, um nobre persa que viveu no século XIX. Os seus ensinamentos afirmam que existe um único Deus e que todas as grandes religiões mundiais têm a mesma origem divina.

Quando estive em Israel, visitei a sede da Fé Bah’ai na cidade de Haifa. Foi o prédio mais impressionante que já vi em toda a minha vida, com jardins de uma beleza espetacular. Por isso, quando fiquei sabendo que em Santiago havia sido construído o templo deles para a América do Sul, não quis deixar de conhecer.

Infelizmente, como o templo é recente, os jardins ainda não foram finalizados, restando como atração o próprio templo e o espelho d’água que reflete sua beleza, ao pé da Cordilheira dos Andes.

Não me arrependo de ter ido, mas não iria novamente se soubesse que pegaria um engarrafamento gigantesco pra entrar, que fez o valor do táxi ir às alturas. Talvez fosse porque era domingo, um dia que normalmente é especial para os religiosos de forma geral.  De qualquer forma, quem quiser arriscar deve pegar o metrô linha azul e descer na estação Grécia ou Plaza Egaña e de lá pegar um táxi.  Existem ônibus que deixam na entrada, mas de lá até o templo são dois quilômetros de subida intensa. Evite.

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